quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Combustível: Amase descarta aumento no preço dos alimentos

Associação afirma que estoque atende à demanda por até 60 dias e ressalta a possibilidade de preços dos alimentos serem mantidos, sem qualquer repasse ao consumidor.
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alimentos supermercados
Amanda Lopes, faz doação no Dia Nacional de Coleta de Alimentos. Na ação, voluntários recebem doações em supermercados de 60 cidades do País (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Apesar da elevação dos valores da gasolina e do diesel, o preço dos alimentos deverá ser mantido, pelo menos pelos próximos 60 dias. É o que afirma a Associação Amazonense de Supermercados (Amase). O estoque, planejado para garantir o fornecimento pelo período de 45 a 60 dias, deverá ‘segurar’ os preços.

O superintendente da Amase, Alexandre Zuqui, afirma que os custos decorrentes do encarecimento dos preços dos combustíveis não serão repassados imediatamente ao consumidor e podem até mesmo não ocorrer.

“Às vezes, o impacto representa menos do que se espera. Os supermercados e atacarejos trabalham com mercadorias que garantem atendimento entre 45 e 60 dias. Somente após esse período será possível verificar se há possibilidades de acontecer algum repasse ao consumidor. Mas, acredito que não ocorrerá”, disse.

Segmento em expansão

De acordo com Zuqui, no primeiro semestre foram inauguradas seis lojas na cidade, entre supermercados e lojas de atacado. A previsão, segundo ele, é de novas inaugurações para o segundo semestre.

“Teremos aberturas de novas lojas, mas não deveremos alcançar o mesmo número do primeiro semestre. O consumidor ganha com os novos espaços porque tem variedade para a escolha do melhor preço”.

Texto: Priscila Caldas

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