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terça, 21 de setembro de 2021

Alta dos custos e falta de componentes elevam preços de veículos novos

Segundo Anfavea, a alta da inflação, do dólar, e de insumos como o alumínio e borracha pressiona montadoras de veículos a repassar o ônus ao consumidor final.

12 de agosto de 2021

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Reajuste no preço dos veículos novos foi de 8,3%. (Foto: Reprodução)

A disparada nos preços dos veículos novos é atribuída pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ao aumento nos índices de inflação, à alta do dólar, e à falta de semicondutores. No acumulado de 12 meses, os valores dos automóveis zero quilômetro foram reajustados, em média, em 8,3%.

Números divulgados pela Anfavea, que têm como fonte a empresa de avaliação de veículos e pesquisa automotiva, Kelley Blue Book (KBB), mostram que a indústria automotiva tem sido pressionada pela elevação nos custos da cadeia produtiva.

No acumulado de 12 meses, tendo como referência o mês de junho, as fabricantes contabilizaram elevação nos preços de: resinas e elastômeros 109,8%, siderurgia 84,5%, plástico 43,3%, borracha 16,9%.

“As montadoras estão sendo impactadas, pressionadas pelos custos e pela falta de semicondutores. É um período desafiador para o setor automotivo”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.  

Consumidor tenta veículos seminovos

O presidente explica que sem veículos novos disponíveis no mercado, alguns clientes optam por adquirir automóveis seminovos ou usados (mais tempo de uso), o que em cadeia gera a elevação no preço dos veículos disponíveis para a revenda.

Conforme a KBB, o reajuste no valor dos seminovos (tempo de uso de 2018 a 2021) teve variação média de 15,1% a 18,6%. Enquanto os preços dos carros usados (2011 a 2017) tiveram alta entre 16,6% e 24,8%.

“Na falta de veículos novos alguns clientes decidem postergar a compra e esperam por um ou dois meses para o recebimento do veículo novo. Enquanto outros optam pelo seminovo ou usado. A lei da oferta e da procura define e impacta nos preços”, explica Moraes. “É algo que acontece em todo o mundo”, completa.

Segundo a Anfavea, a previsão é que o fornecimento de semicondutores seja normalizado em 2022.

Texto: Priscila Caldas

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