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terça, 21 de setembro de 2021

Alta do dólar e enchente afetaram movimentação portuária no semestre

Estatística da Antaq mostra que o estado teve queda de 4,55% na movimentação de cargas fluviais. Redução é decorrente do menor volume de combustível transportado.

12 de agosto de 2021

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Estado teve queda de 4,55% no transporte de cargas fluviais no semestre. (Foto: Reprodução)

A movimentação de cargas portuárias, no estado, registrou queda de 4,55% no primeiro semestre, em relação a igual período de 2020. A retração foi puxada pelo menor volume de importação de combustíveis, ocasionado pela alta do dólar. Os números são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Conforme a Antaq, da janeiro a junho os terminais portuários movimentaram um volume de 14.884.851 toneladas de cargas. Em igual período do ano anterior esse número totalizou 15.595.169 em toneladas de volumes transportados. A redução foi de 4,55%.

Entre os produtos que representam maior volume movimentado, no estado, o combustível aparece com a maior queda, com redução de 30,6%. Em seguida, o relatório aponta as sementes e frutos com retração de 8,91% no total transportados pelas embarcações no período.

De acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma), Dódó Carvalho, a elevação do dólar impacta diretamente na demanda por combustível, um dos principais produtos do grupo de mercadorias transportadas, no estado.

“O aumento do dólar impacta diretamente no preço internacional do combustível, tornando a importação inviável. A redução no volume de compra de combustível consequentemente impacta no volume de cargas transportadas pelas embarcações. O combustível representa significativamente no balanço da movimentação portuária”, analisou.

Outro fator que contribuiu para a redução no quantitativo de cargas movimentadas, segundo Carvalho, foi a cheia dos rios que afetou plantações no interior do estado.

“O período sazonal que traz a cheia dos rios afeta as produções, gerando com redução, também, no volume de produção agrícola transportado”, comentou.

Texto: Priscila Caldas

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