Os três dias de queda do dólar contablizados nesta sexta-feira (28), registrou o patamar mais baixo desde 14 de janeiro de 2021, saindo de R$ 5,40 na segunda-feira, para R$ 5,21 ontem, acumulando uma desvalorização de 2,64%. O cenário, melhora as perspectivas a curto prazo para a economia brasileira com a redução do rombo fiscal.
O dólar acumula queda de 4,05% em maio. Se confirmada até o pregão de segunda-feira, será a maior desde novembro de 2020. Nesta sexta, o dólar à vista encerrou em queda de 0,82%, a R$ 5,2121. O dólar futuro para junho, que vence na segunda-feira, cedia 0,38% às 17h35 de ontem, cotado em R$ 5,2195.
Indicadores mistos nos Estados Unidos, divulgados nesta sexta e nos últimos dias, vêm ajudando a reforçar a visão de que a economia americana ainda precisará de estímulos extraordinários por mais algum tempo. Nesta sexta, o presidente norte-americano, Joe Biden, enviou o orçamento para o ano fiscal de 2022 de US$ 6 trilhões.
No mercado doméstico, após números melhores que o previsto dos últimos indicadores, cresceu a expectativa pela divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, na terça-feira, 1º de junho. O otimismo também é forte com a divulgação do resultado do setor público pelo Banco Central, com expectativa de superávit de R$ 17 bilhões em abril, ajudado pela forte arrecadação do mês. Nesta semana, o saldo positivo de R$ 16 bilhões do governo central ajudou a valorizar o real.
Com informações do Correio Brazieliense
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