quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Distribuidoras de gás de cozinha são notificadas por altos preços

Objetivo é saber por que o consumidor final ainda não recebeu o repasse da redução de preços anunciada pela Petrobras.
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Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

A Senacon notificou as distribuidoras de gás de cozinha em todo o país, exigindo explicações sobre os preços praticados.

Em resposta à divulgação de dados pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep), as distribuidoras e revendedores de gás de cozinha são acusados de não repassarem as reduções de preços aos consumidores.

O objetivo é esclarecer, à semelhança do ocorrido com os combustíveis, por que o consumidor final ainda não recebeu o repasse da redução de preços anunciada pela Petrobras.

A Senacon enviou a notificação ao Sindigás com o objetivo de garantir que as distribuidoras estejam agindo de maneira justa e transparente em relação aos consumidores.

Além disso, o Sindigás terá um prazo de 48 horas, a partir do momento em que receber a notificação, para fornecer os esclarecimentos solicitados à Secretaria.

Dessa forma, a análise dessas informações visa verificar disparidades relevantes entre os estágios da cadeia de fornecimento e identificar possíveis irregularidades nos processos de precificação.

Mutirão do Preço Justo

No último dia 30, a Senacon divulgou o relatório completo após a conclusão do “Mutirão do Preço Justo” realizado em 24 de maio, que envolveu os Procons de todo o Brasil.

A iniciativa teve como objetivo analisar os preços dos combustíveis em todo o país, após a Petrobras anunciar a redução de seus valores.

Além disso, o diagnóstico divulgado pela Senacon trouxe insights relevantes sobre a formação de preços e destacou a importância de adotar medidas para assegurar maior transparência e competitividade no setor.

A Secretaria, juntamente com o Cade e a Agência Nacional do Petróleo, assumiu o compromisso de atuar de forma contínua no tema dos combustíveis.

Dessa forma as entidades estão colaborando para estabelecer um Acordo de Cooperação Técnica, visando ao monitoramento e à formulação de uma política pública para o setor de combustíveis no Brasil.

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