Os direitos trabalhistas para profissionais do sexo variam de acordo com a legislação de cada país e, em alguns casos, até mesmo dentro de diferentes jurisdições em um mesmo país.
Em alguns países ou estados, certas formas de entretenimento são criminalizadas, o que pode dificultar o reconhecimento formal dos direitos trabalhistas para esses profissionais.
O quadro #QueroSaber desta semana laçou o tema para debate no Facebook, para saber a opinião dos seguidores. A maioria dos internautas que interagiram se mostrou contra os direitos trabalhistas para esta classe.
Em um dos comentários, a seguidora afirmou que profissionais do sexo não devem ser considerados trabalhadores e questionou os direitos para a classe de trabalhadores autônomos. Veja:

Em outro comentário, utilizou embasamento religioso para questionar a dignidade dos trablhadores do sexo. Confira:

Em outro comentário, o internauta diz que os direitos trabalhistas para esta classe seria incentivo à prostituição.

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