quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Governo do Amazonas anuncia contratação emergencial de profissionais da saúde

A contração emergencial de profissionais da Saúde visa reforçar a linha de frente no combate à covid-19 diante da explosão de casos por conta da variante Ômicron.
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Diante da explosão de casos de covid-19 por conta da variante Ômicron, o Governo do Amazonas anunciou chamamento público para contratação emergencial de profissionais da saúde para atuação na rede pública estadual da capital. O período de contratação é de trinta dias, podendo haver renovação de contrato.

Nesta sexta-feira (14), foram registrados 2.782 casos de covid-19 no Amazonas, de acordo com o boletim diário da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS).

As inscrições ocorrem até o próximo domingo (23). Os interessados podem se inscrever no www.saude.am.gov.br. Há vagas para assistente social, enfermeiro, técnico de enfermagem, farmacêutico, farmacêutico bioquímico, fisioterapeuta, médico clínico geral, nutricionista e psicólogo.

Segundo o Governo, as contratações emergenciais pretendem reforçar, de forma preventiva, a linha de frente de combate à pandemia de Covid-19.

Ontem (14), o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), anunciou que vai contratar – de forma emergencial – 500 profissionais de saúde para auxiliar a testagem e vacinação contra a Covid-19 na cidade.

O prefeito disse que a contratação é necessária porque 1.500 servidores da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), entre médicos e enfermeiros, foram afastado por testarem positivo para a Covid-19.

Inclusive, os conselhos federais de Medicina e de Enfermagem começaram a realizar inspeções em estabelecimento públicos de saúde para fiscalizar a condição de saúde dos profissionais. Nesta sexta-feira, o presidente do Conselho Federal de Enfermagem no Amazonas (Cofen-AM), Sandro André, disse ao RealTime1 que o conselho tem alertado os gestores estaduais e municipais sobre as contratações emergenciais.

“O que mais nos preocupa neste momento é a grande quantidade de profissionais de enfermagem infectados e a substituição desses profissionais que ainda não está acontecendo e com isso sobrecarregando os que estão lá na linha de frente”, afirmou.

Texto: Jefferson Ramos

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