Na cerimônia de lançamento do Programa de Crescimento Econômico e Social de Manaus, realizada na manhã desta quinta-feira (17), o prefeito David Almeida (Avante) aproveitou para comemorar a aprovação, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), das PECs que possibilitarão o armamento da Guarda Municipal de Manaus. David lembrou o episódio de vandalização da “Bola das Letras” e afirmou que três guardas municipais desarmados ficaram assistindo o ato de três vândalos. Se tivessem armados, afirmou David, estavam autorizados a “derrubar os três vagabundos”.
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DAVID SIKERA OU DAVID DATENA?
Reproduzindo a linguagem habitualmente utilizada por apresentadores de atrações de TV policialescas sensacionalistas, David fez algumas afirmações consideradas agressivas pelos presentes. Questionado por uma repórter sobre a necessidade de se aprovar um Projeto de Lei (PL) para armar a guarda municipal de Manaus, respondeu que “para bandido e para vagabundo não se pode dar moleza” e nem tratar como “cidadão”. “Se eu puder vou dar arma para eles, chicote, chibata para esses vagabundos verem o que é bom”, disse o prefeito, contrariando o que dizem as leis vigentes.
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E POR FALAR EM SIKÊRA…
O site O Antagonista publicou nesta quinta-feira (17) uma notícia afirmando que o Governo Federal repassou R$ 120 mil de verbas públicas em cachê para o apresentador Sikêra Jr., da Rede TV!, , conhecido por defender o governo Bolsonaro. Ele é um dos únicos apresentadores para os quais o presidente ainda concede entrevistas. Fez isso na última vez que esteve em Manaus. A informação dos repasses está em documento entregue à CPI do Senado pela Secom. Sikêra participou de sete campanhas publicitárias do governo. Para Sikêra, portanto, a “mamata” não acabou.
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UM MILHÃO DE DOSES
O governador Wilson Lima (PSC) anunciou um mutirão de vacinação, nos moldes do que ocorreu no último final de semana em Manaus, nas cidades de Manacapuru e Novo Airão, para pessoas acima dos 30 anos. Já o prefeito David Almeida também afirmou que, neste final de semana, Manaus chegará à marca de um milhão de doses aplicadas da vacina contra a Covid-19. Segundo ele, com a vacinação das pessoas com 39 e 38 anos, a capital chegará a esse número. Resta saber se a população vai, de fato, corresponder ao esforço que vem sendo realizado pelo poder público.
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SIMONETTI CANDITADO
Atual secretário-geral da Ordem do Advogados do Brasil (OAB) nacional e ex-presidente da seccional amazonense da entidade, o advogado Beto Simonetti surge como pré-candidato à presidência nacional da Ordem. Os postulantes à presidência da OAB poderão inscrever suas chapas a partir de 1º de junho. A eleição ocorre em 31 de janeiro de 2022.
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BRASILEIROS TÊM MAIS MEDO
O Global Peace Index, índice que monitora o nível de paz e ausência de violência em 163 países, apontou que os brasileiros são o povo que mais teme a violência ao redor do globo, com 83% da população muito preocupada com o tema. Apesar disso, o Brasil não figura entre os países onde a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos.
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ESTADO LAICO PRA QUE?
A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) realizará uma Sessão Especial híbrida, nesta sexta-feira (17), em alusão ao Dia do Pastor Evangélico e ao Dia da Força Jovem Universal (FJU), da Igreja Universal. A proposta é do deputado estadual João Luiz (Republicanos), ele mesmo um pastor da Igreja Universal. Nada contra a religião de cada um, mas o Poder Legislativo estadual tem questões mais prementes a se ocupar. Além disso, é preciso separar bem as questões de foro pessoal com as questões de Estado, sob pena de rasgarmos a Constituição, que determina que o Estado é laico.
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EMENDAS CORTADAS
O deputado estadual Tony Medeiros (PSD) fez um apelo ao governo federal para que reveja os cortes nas emendas destinadas ao Amazonas. “Quero deixar a minha indignação em relação a esses cortes que não prejudicam somente aqueles que estão ocupando seus cargos políticos, mas que prejudicam aqueles que vivem no interior do estado e que deixarão de receber os benefícios que as emendas trariam”, afirmou. Os cortes são apontados como retaliação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à participação dos senadores Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD) na CPI da Covid no Senado.