quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Custos da construção sobem 0,85% em maio no Amazonas, aponta IBGE

Resultado representa uma desaceleração de 0,31 ponto percentual em relação a abril (1,16%) e o quinto menor aumento entre as outras unidades da federação.
COMPARTILHE
Operário da Construção Civil trabalha em prédio de Manaus
Custo da Construção Civil no Amazonas se manteve praticamente estável entre maio e junho, aponta Sinapi. (Arquivo)

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta quarta-feira (9) pelo IBGE, subiu 0,85% em maio, no Amazonas. O resultado representa uma desaceleração de 0,31 ponto percentual em relação a abril (1,16%).

A alta representa o quinto menor aumento entre as outras unidades da federação. Os menores índices foram os de Santa Catarina, com 0,51%, Piauí, com 0,51%, e Amapá, com 0,31%; e os maiores, os do Rio de Janeiro, com 3,73%, Bahia, com 2,95% e Mato Grosso do Sul, com 2,66%.

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 15,72%, resultado acima dos 14,81% registrados nos doze meses imediatamente anteriores, e o maior da série histórica. O acumulado de janeiro a maio ficou em 4,69%.

Enquanto a alta no custo da construção civil no Amazonas foi de 0,85%, em maio, índice próximo ao da inflação para o mês (0,83%), a alta no custo da Construção Civil registrada em âmbito nacional foi bem acima, alcançando 1,78%. De janeiro a maio, no país, o índice acumula alta de 4,69%, e a variação dos últimos doze meses foi 18,18%, ou seja, 1,87% p.p. acima da variação registrada em abril (16,31%).​​​​​​​

Custo médio – moeda corrente

O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.317,45, em abril de 2021, para R$ 1.328,71, em maio. No Brasil, esse custo ficou em R$ 1.387,73, em maio de 2021.

O custo médio por metro quadrado da componente material, no Amazonas, aumentou de R$ 798,48, em abril de 2021, para R$ 812,30, em maio de 2021. O custo médio por metro quadrado da componente mão de obra, em moeda corrente (Reais), no Amazonas, foi de R$ 516,41, em maio de 2021.

O custo colocou o Estado em uma posição intermediária (19ª Posição) em relação às unidades da federação. Os menores custos foram observados no Rio Grande do Norte (R$ 1.226,81), Sergipe (R$ 1.238,56) e Pernambuco (R$ 1.268,45); e os maiores no Rio de Janeiro (R$ 1.529,58), Santa Catarina (R$ 1.521,7) e São Paulo (R$ 1.460,18).

Leia mais:

COMPARTILHE