O Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta segunda-feira (12), apresentou uma taxa de crescimento de 0,15% no Amazonas em julho. O resultado ficou 0,25 ponto percentual (p. p.) abaixo do índice nacional (0,40%).
“O índice Sinapi de julho ficou praticamente estável, o que mostra que o preço da construção civil estão sob controle e entre as menores variações do País“, diz o chefe do setor de Disseminação da Informação do IBGE, Luan da Silva Rezende..
Com essa variação, o custo médio do metro quadrado (m2) da Construção Civil, em julho, no Amazonas, ficou em R$ 1.806,96, maior que o do país em R$ 50,95 e menor que o da região Norte em apenas R$ 1,52. Em um ano, o aumento do custo médio, no estado, foi de R$ 52,95.
O componente mão-de-obra foi o responsável pelo aumento do custo da Construção Civil no Amazonas, saindo de R$ 634,03 em 2023 para R$ 693,17 em 2024. Já o custo médio por metro quadrado (m2) no componente material passou de R$ 1.119,98 para R$ 1.113,79.
Entre as Unidades da Federação o Amazonas ficou na 11a posição no custo médio, em moeda corrente, da Construção Civil. O estado de Santa Catarina liderou no valor do custo médio do m2 (R$ 2.000,20) e Pernambuco apresento o menor custo (R$ 1.573,63).
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