quarta-feira, 23 de setembro de 2026

CPI aprova convocação de servidor que liberou importação da Covaxin

Servidor da Divisão de Importação do Ministério da Saúde, William Amorim Santana, será ouvido pela CPI após ser citado nos depoimentos de Regina Célia e Luís Ricardo Miranda.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 aprovou, nesta quarta-feira (7), a convocação de William Amorim Santana, servidor da Divisão de Importação do Ministério da Saúde (MS). William foi citado pela fiscal de contratos da pasta, Regina Célia de Oliveira, e pelo diretor de Importação, Luís Ricardo Miranda, como o responsável pela liberação da importação da vacina Covaxin.

Além da convocação de William, Andreia Lima, CEO da VTC Operadora Logística, e o reverendo Amilton Gomes de Paula, acusado de receber ofertas de propinas nas negociações da vacina pela empresa Davati, também tiveram as convocações aprovadas.

Até ontem (6), os senadores da CPI entraram em acordo para aprovar 59 requerimentos, mas após a reunião do G7 – grupo de senadores que se declaram de oposição ou independentes – o acordo mudou.

Segundo o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), novos requerimentos serão analisados na próxima semana. Entre eles, a quebra de sigilo telefônico do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP/PR).

“Não houve consenso entre os senadores sobre a aprovação dos outros requerimentos. É preciso poupar as sessões deliberativas”, disse. “O que determina a análise dos requerimentos é a dinâmica da investigação”, emendou Randolfe.

Com os próximos depoimentos desta semana, os senadores pretendem fechar as investigações sobre as negociações irregulares nas compras das vacinas pelo Ministério da Saúde. Até o momento não há certeza da data de convocação do deputado Ricardo Barros. De acordo com Randolfe, a data prevista é 20 de julho, mas o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD), não confirmou.

Com informações do Congresso em Foco

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