Como principal prioridade no plano de vacinação do Governo Federal, os índios aldeados fizeram a diferença na distribuição de vacinas por município no Amazonas. Os municípios com maior número de índios aldeados, portanto, levaram vantagem no rateio. Por outro lado, a capital Manaus, com apenas 386 índios aldeados, acabou ficando com um número menor de doses do que o esperado. Estimava-se que seriam 101.115 doses, mas à capital coube apenas a cota de 40.072, o suficiente imunizar somente em 34% dos profissionais de saúde de Manaus.
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FICARAM DE FORA
Os demais grupos que fazem parte da primeira fase do plano de vacinação não serão contemplados com este primeiro lote de vacinas recebido pelo Amazonas. Idosos com mais de 75 anos e os com mais de 60 anos moradores de asilos ficaram de fora e devem esperar o envio do próximo lote, que ainda não tem data definida.
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FALTOU PRIORIZAR
A situação mostra que o Governo Federal não levou em consideração a situação crítica pela qual passa a capital do Amazonas. Também não atentou para o fato de que o Amazonas tem a maior população de indígenas aldeados do Brasil. Ou seja, deveria ter recebido um número proporcionalmente maior de doses pelas características especiais.
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MENTIRAS CONTADAS POR PAZUELLO
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, contou algumas mentiras na entrevista coletiva que concedeu, na tarde desta segunda-feira (18), ao lado do governador Wilson Lima (PSC), em Brasília. Visivelmente irritado com as perguntas dos jornalistas, o general disse que nunca defendeu o atendimento precoce, nem incentivou o uso da cloroquina ou de qualquer outro medicamento. Os fatos passados condenam o ministro.
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FALTA DE AR
O ministro Pazuello também afirmou que não havia a menor indicação de falta de oxigênio em Manaus no final de dezembro. Segundo ele, a fornecedora White Martins tinha flexibilidade de fornecer o dobro do necessário. O general disse ainda que a empresa só informou que chegou no próprio limite quando os números aumentaram. “Só soubemos no dia 8 de janeiro. Dia 4 o problema não era oxigênio, era estrutural, falta de leitos”, garantiu o ministro.
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INQUÉRITO CIVIS
Enquanto isso, o Ministério Público Federal (MPF) converteu procedimento em inquérito civil, pelo prazo de um ano, para “apurar possível improbidade administrativa na atuação de agentes públicos diante da crise sanitária no Amazonas”. Também para investigar possíveis falhas de planejamento para apoio logístico e opção por indicação de ‘tratamento precoce’ com eficácia questionada no mês de janeiro de 2021”.
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ESTREIA
Em seu primeiro pronunciamento como deputada estadual, na sessão extraordinária convocada para discutir a crise sanitária no Amazonas, Nejmi Aziz (PSD) se limitou a comentar os assuntos em pauta concernentes à saúde no Amazonas. Nejmi usou seu tempo regimental para agradecer à receptividade dos colegas e disse que se solidariza com o sofrimento da população em meio à crise da Covid-19. Ao que parece, a deputada trouxe um discurso pronto para ler durante a sessão extraordinária na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).
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