Com a incorporação do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), o Solidariedade (SD) pode se igualar a bancada do Republicanos na Câmara Municipal de Manaus (CMM).
O Pros e o Solidariedade estão entre as siglas que não atingiram a cláusula de barreira e para sobreviver, garantindo o acesso ao fundo partidário e a propaganda na TV e rádio, irão se unir. O pedido de incorporação precisará ser formalizado e analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Composição
Hoje, o Republicanos tem a segunda maior quantidade de cadeiras na CMM. A sigla elegeu em 2020 os vereadores Capitão Carpê Andrade, João Carlos, Marcio Tavares e Rodrigo Guedes.
Ficando atrás apenas do Avante, partido comandado no Amazonas pelo prefeito de Manaus, David Almeida, com seis vereadores.
O Avante é representado por David Reis, Eduardo Assis, Lissandro Breval, Marcel Alexandre, Marcelo Serafim e Wanderley Monteiro. O ex-vereador e o suplente do Avante, Alonso Oliveira pode assumir a vaga de Monteiro, que foi eleito deputado estadual neste pleito.
Com a fusão, o SD poderá ter no legislativo municipal também quatro representantes, Bessa (SD), Elan Alencar, Peixoto, Wallace Oliveira (eleitos pelo Pros), equiparando-se ao Republicanos.
Sigla
Com a união, o SD terá uma bancada de oito deputados federais, uma senadora e um governador eleito no estado do Amapá, Clécio Luís. Além disso, a candidata a governadora Marília Arraes (SD) disputa o 2º turno em Pernambuco.
O presidente do Pros, Eurípedes Júnior, comandará o partido nos próximos anos. O comando será alternado com o grupo liderado pelo deputado federal, Paulinho da Força, que preside o SD.
“A junção proporcionará um partido forte em todo o Brasil, capaz de agregar forças políticas que comunguem dos princípios democráticos e cuidado social”, diz trecho da nota conjunta assinada por Eurípedes e Paulinho.
Texto: Larissa Cavalcante
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