Jantar realizado nesta terça-feira (19/8) em Brasília marcou o início da organização da direita e centro-direita para a eleição presidencial de 2026.
O evento, na residência do presidente da federação União Brasil-PP, reuniu 12 governadores e presidentes de seis partidos: União Brasil, PL de Bolsonaro, PP, MDB, PSD e Novo.
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No jantar, estiveram presentes os governadores do União Brasil, Wilson Lima (Amazonas), Marcos Rocha (Rondônia) e Mauro Mendes (Mato Grosso); pelo Republicanos, Tarcísio de Freitas (São Paulo); pelo PP, Antonio Denarium (Roraima), Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul) e Gladson Cameli (Acre).
O PL, partido de Jair Bolsonaro, foi representado por Cláudio Castro (Rio de Janeiro) e Jorginho Mello (Santa Catarina).
Também participaram pelo MDB, Ibaneis Rocha (Distrito Federal); pelo PSD, Ratinho Jr. (Paraná); e pelo Novo, Romeu Zema (Minas Gerais).
Estiveram presentes ainda os vice-governadores Lucas Ribeiro (Paraíba) e Celina Leão (Distrito Federal – PP), além do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Estratégias para 2026
No encontro, foram discutidas duas possíveis estratégias. Uma delas prevê que cada um dos seis partidos lance seu próprio candidato à Presidência e, caso haja segundo turno, unam-se em torno do nome que avançar, possivelmente enfrentando Lula, que já anunciou intenção de reeleição.
A outra opção é que a direita e a centro-direita formem uma aliança desde o primeiro turno, apoiando um candidato único, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O tom geral das conversas destacou a reorganização do campo político diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro e das disputas internas para fortalecer a oposição ao presidente Lula, que busca reeleição.
Ciro Gomes na federação União Progressista
Entre os participantes, também estava Ciro Gomes, que deve se filiar na recém criada federação União Progressista, com possibilidade de concorrer a governador do Ceará ou integrar chapa presidencial.
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