O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) criou, nesta semana, um Conselho Fiscal para fazer o controle interno das atividades da entidade, que desde maio passou a ser gerida pela Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (FUEA).
A gestão do Centro de Bionegócios da Amazônia é feita em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP). A FUEA, por sua vez, é ligada a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Conforme a portaria de criação, o Conselho Fiscal do CBA terá três titulares e três suplentes, indicados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), pelo Conselho de Administração e pela Fundação Universitas.
Outra decisão importante tomada pelo Conselho de Administração do CBA, nesta semana, foi aprovar o novo regulamento de compras, que passará a disciplinar as negociações feitas pela direção do centro com os fornecedores.
Conforme o presidente do Conselho de Administração do CBA, Rodrigo Rollemberg, foram dados dois novos passos para a consolidação da nova gestão do centro, cuja missão é desenvolver produtos e novos negócios sustentáveis na Amazônia.
“Foi uma reunião muito produtiva. Estamos caminhando com a agilidade e segurança necessária para que o CBA possa cumprir sua grande missão de contribuir para o desenvolvimento da Amazônia”, afirmou Rollemberg, que é também secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC,
CBA faz workshop para discutir economia verde
Além da criação do Conselho Fiscal e a aprovação do regulamento de compras, o Conselho de Administração marcou mais três reuniões para este ano nas seguintes datas: 13 de novembro, 27 de novembro e 14 de dezembro.
No dia 28 de novembro, o colegiado fará um workshop, também na capital do Amazonas, com a presença de cientistas e especialistas para a definição das diretrizes do CBA para os próximos anos.