terça-feira, 23 de julho de 2024

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Braga quer fundo de R$ 3 bilhões ao ano para injetar na microeconomia

O impulsionamento do microcrédito, conforme o candidato ao Governo, deve fomentar novos negócios, que precisarão de mão de obra e devem gerar emprego e renda.
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Braga e Anne Moura

O senador Eduardo Braga (MDB), candidato ao Governo do Amazonas, e a vice, Anne Moura (PT), participaram, nesta quarta-feira (14), de reunião com empresários da Associação PanAmazônia.

Braga defendeu a expansão do polo industrial para outros segmentos mais promissores.

“Temos de ter aqui produtos da biodiversidade que vão desde os cosméticos até os fármacos, assim como produtos da nanotecnologia. Nós precisamos dar um passo gigantesco se quisermos continuar produzindo produtos eletroeletrônicos e de produtos que possam ser substituídos a sua importação. Caso contrário, essa indústria sairá do Brasil”, alertou o senador.

Fundo

O candidato ressalta cuidar do meio ambiente com novos recursos, sem mexer na arrecadação do estado ou ficar na dependência de repasses pelo governo federal.

“Tem um grupo de economista, que dimensiona que nós teríamos capacidade de ter um fundo de R$ 3 bilhões ao ano. O que nós queremos fazer com este dinheiro? Nós queremos pegar este dinheiro, da ordem de R$ 10 bilhões, e também injetar na microeconomia”, promete Braga.

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Ele diz que faria um investimento anual, ou por microcrédito ou por transferência de renda, da ordem de R$ 13 a R$ 15 bilhões por ano.

“Durante quatro anos, seriam, aproximadamente, R$ 60 bilhões, que equivaleria a 70% do PIB amazonense. Isso transforma a economia. Isso gera emprego, renda e massa econômica suficiente para ser transformador”, analisou Eduardo Braga

Novos negócios

O impulsionamento do microcrédito, conforme o candidato do MDB, deve fomentar novos negócios, que precisarão de mão de obra.

A movimentação financeira irá beneficiar também as grandes empresas em virtude do aumento do poder econômico da população do Amazonas.

PanAmazônia

A Associação PanAmazônia é composta por mais de 100 empresas de todos os estados amazônicos brasileiros e por países vizinhos (Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela).

Da Redação

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