O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus) avalia que a Black Friday, que acontece nesta sexta-feira (28), precisará passar por ajustes nos próximos anos para que aconteça “uma explosão de vendas em Manaus“.
Ainda conforme Ralph Assayag, neste ano não haverá problema de abastecimento por conta dos portos provisórios levados para a região de Itacoatiara, o que permitiu o abastecimento das lojas. Os portos provisórios foram iniciativas das empresas Chibatão e Superterminais.
“Já pedimos isso e que também a mercadoria produzida pela indústria para ser vendida na Black Friday tenha também este benefício, mas até agora não conseguimos”, afirmou Ralph.
Outro ponto importante para o dirigente é melhorar o engajamento das 34 mil lojas de Manaus, ou no mínimo alcançar 50% deste total, nas ações de promoções e descontos.
Atualmente, segundo levantamento do CDL-Manaus, apenas 1,2 mil lojas estão participando da campanha da Black Friday.
“Temos muito a crescer, dá para fazer muita coisa, mas é preciso cuidado e paciência para que essa data se torne mais forte”, conclui o dirigente lojista.
Por fim, Ralph Assayag defende que o lojista trabalhe a data em uns poucos dias, nada de fazer Black Friday por um mês, como chegou a ser feito na década passada.
“Começamos bem, com um único dia, mas lá por 2015 houve esse movimento de Black Friday durando um mês e isso dispersou o consumidor. Depois tivemos a pandemia, as vendas não foram boas, e no ano passado foi a seca”, analisou, propondo que as promoções sejam focadas num preço bom e concentrada em poucos dias.
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