quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Bioeconomia: Produtos do AM terão acesso ao mercado internacional

Iniciativa vai fomentar investimentos para comercialização de produtos da floresta no mercado internacional.
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Produtos da sociobiodiversidade da Amazônia agora terão espaço no mercado internacional, após o Governo do Amazonas integrar a Câmara de Bioeconomia da Amazônia, com sede em Miami, nos Estados Unidos.

A iniciativa vai fomentar investimentos para comercialização de produtos da floresta no mercado internacional. A parceria foi assinada pelo secretário de estado do meio ambiente, Eduardo Taveira.

A Câmara foi viabilizada pela Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force) junto à Universidade da Flórida.

Segundo o secretário, a expectativa é que a Câmara incentive uma maior interação com o mercado global, com foco na bioeconomia, estimulando as cadeias produtivas sustentáveis e fortalecendo a geração de renda no estado.

“Esta é uma ação que nasceu para que produtos da sociobiodiversidade da Amazônia tenham acesso a mercados internacionais, ajudando na criação de um sistema regional de inovação com base na floresta e seus recursos. A ideia é que a gente possa ampliar a geração de renda sustentável, fortalecendo uma economia de base florestal sólida e de reconhecimento internacional”, informou.

As primeiras tratativas para criação da Câmara iniciaram na 13ª Reunião Anual do GCF Task Force, realizada em fevereiro, no estado de Yucatán, no México.

Na ocasião, o governador assinou um Memorando de Entendimento para intensificar as cooperações para o comércio de produtos da bioeconomia. 

Plano de Bioeconomia do Amazonas

Além da criação da Câmara, o Governo do Estado também garantiu recursos, por meio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (United States Agency for International Development, USAID), para elaboração de um Plano de Bioeconomia para o Amazonas.

 A proposta é estruturar um sistema de inovação da floresta em pé, junto a parceiros internacionais, que vai incluir, também, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam).

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