quarta-feira, 23 de setembro de 2026
FOMENTO

Banco da Amazônia anuncia R$ 11 bilhões em crédito para pequenos e médios produtores

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Os recursos vão apoiar a produção agropecuária nacional de médios e pequenos produtores rurais. (Foto/ Reprodução)
Os recursos vão apoiar a produção agropecuária nacional de pequenos produtores rurais. (Foto/ Reprodução)

O Banco da Amazônia (Basa) lançou seu Plano Safra 2024/2025, anunciando a disponibilização de R$ 11 bilhões em crédito para pequenos e médios produtores da região amazônica. Este montante representa um aumento de 11% em relação ao plano anterior, que concedeu R$ 9,9 bilhões.

A iniciativa do Basa visa fortalecer o setor agrícola e rural, proporcionando aos produtores os recursos necessários para investir e manter suas atividades, contribuindo para o desenvolvimento econômico da Amazônia.

Os recursos serão distribuídos entre diversos segmentos da agricultura:

  • R$ 1,3 bilhão para a agricultura familiar
  • R$ 5,4 bilhões para pequenos e médios produtores
  • R$ 4,3 bilhões para a agricultura empresarial

O crédito será dividido em duas modalidades principais, sendo R$ 3,3 bilhões destinados a investimentos e R$ 7,7 bilhões para custeio das operações agrícolas.

Já as taxas de juros para cada modalidade variam de acordo com o segmento:

  • Agricultura empresarial: 6,75% ao ano para custeio e 6,48% ao ano para investimento
  • Agricultura familiar: 1,5% ao ano para custeio e 0,5% ao ano para investimento
  • Linhas verdes: 6,04% ao ano

“A gente pretende superar esse valor [de R$ 11 bilhões] e vamos ter que arrumar um lugar para tirar dinheiro.” afirmou o presidente do Basa, Luiz Lessa.

Para atingir esse objetivo, o Basa está investindo em tecnologia e ampliando parcerias com correspondentes bancários, visando melhorar a capilaridade e alcançar todos os municípios da Amazônia.

O evento de lançamento contou com a presença do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que reafirmou o compromisso do governo com a sustentabilidade ambiental e as condições sanitárias dos produtos agropecuários brasileiros.

Preservar não significa que somos contra o crescimento e desenvolvimento. Pelo contrário”, destacou o ministro.

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