quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Apple lança óculos futurista e IA cria primeiro hit; veja DESTAQUES TECH

O primeiro Hit da Inteligência Artificial, novo vírus que ataca Iphones e as novidades da apple são abordados na coluna.
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Para ficar por dentro das notícias sobre o universo tecnológico, o RealTime1 separou cinco destaques para deixar você bem informado.

Novo vírus espião ataca iPhones

A Kaspersky encontrou um vírus desconhecido atacando iPhones globalmente, explorando uma brecha desconhecida pelos desenvolvedores da Apple.

A simples recepção de uma mensagem via iMessage com um anexo corrompido é suficiente para infectar o dispositivo, não sendo necessário clicar em link, baixar o arquivo ou abrir a mensagem.

Assim que chega ao celular, o vírus espião se torna o administrador e apaga suas trilhas, permitindo acesso não detectado aos arquivos do sistema.

As redes sociais dos infectados permaneceram intactas, indicando que o vírus está atuando exclusivamente no dispositivo.

A Kaspersky informou que, atualmente, não há solução para se proteger da infecção. A correção da falha que permite a entrada do vírus ainda não está disponível nas atualizações do iOS e iPadOS.

Conferência anual da Apple anuncia novos produtos

A Apple anunciou, nesta segunda-feira (5), os novos produtos e lançamentos durante o primeiro dia da sua conferência anual. O novo iOS 17, MacBook Air de 15 polegadas e o futurista óculos de realidade mista. Apple Vision Pro estão entre as novidades.

Entretanto, os interessados precisarão desembolsar bastante para adquirir os novos produtos da empresa. O MacBook 15″ custará a partir de R$ 14.999, no Brasil. Já o Mac Pro com M2 Ultra, será vendido por aqui a partir de R$ 74.999.

Além disso, o inovador óculos Apple Vision Pro custará a partir de 3.499 dólares nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de chegar por aqui. Você poderá controlar o novo Apple Vision Pro com os olhos, com a voz ou com as suas mãos além de inúmeras outras opções do dispositivo.

Imagem: LOREN ELLIOTT/Reuters

Redes sociais terão que pagar por conteúdo jornalístico

A Assembleia da California aprovou um projeto que obriga Facebook, Google e Microsoft a repassar uma porcentagem da receita com publicidade para veículos que criam conteúdo jornalístico.

A proposta que agora será analisada pelo Senado prevê que 70% do valor obtido com a nova regra seja destinado para jornalistas contratados pelos veículos de imprensa.

Atualmente, no Brasil, o PL das Fake News, que aguarda votação na Câmara, inclui o pagamento pelas plataformas para exibirem conteúdo de empresas jornalísticas.

O Novo é o partido com candidatos mais conectados às mídias sociais (Foto: Mactrunk/DepositPhotos)
O Novo é o partido com candidatos mais conectados às mídias sociais (Foto: Mactrunk/DepositPhotos)

Inteligência artificial lança primeiro hit

A música “Heart on my sleeve” gravada com vozes falsas de Drake e The Weeknd bombou e foi retirada pela Universal Music, gravadora do The Weeknd.

A faixa feita e publicada pelo perfil Ghostwriter, em abril, foi tocada mais de 10 milhões de vezes no TikTok antes de sumir da plataforma.

Além disso, a tecnologia conseguiu simular as vozes dos dois artistas, a partir de padrões identificados em outros registros vocais deles disponíveis on-line.

A Universal solicitou a remoção da versão original de “Heart on my sleeve” dos serviços de música e enviou cartas para plataformas como Spotify e Apple Music para impedir o uso de faixas de seu catálogo para treinar plataformas de inteligência artificial.

Contudo, artistas do mundo inteiro, além das gravadoras, se dividem sobre o uso da inteligência artificial na música. Drake, que teve a voz clonada, chegou a dizer que “Esta é a gota d’água da IA”. Já David Guetta disse à BBC que tem “certeza de que o futuro da música está na IA”.

Amazon pagará US$ 30 milhões por violação de privacidade com Alexa

A Amazon foi condenada a pagar multa de 30 milhões de dólares por violações de privacidade relacionadas à operação da Ring, sua empresa de segurança doméstica, e aos serviços do assistente virtual Alexa.

A acusação sobre a Ring foi de que a empresa comprometeu a privacidade de seus clientes ao permitir o acesso a vídeos privados por parte de seus funcionários e contratados, com destaque a um caso em que um funcionário da Amazon visualizou milhares de gravações de vídeo de usuárias em espaços privados, como banheiros e quartos, durante vários meses.

No caso da Alexa, a Amazon enfrentou acusações de violação das leis de privacidade infantil ao não excluir gravações de voz e informações de geolocalização conforme solicitado pelos pais.

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