quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonas foi incluído por engano em operação da Polícia Federal

Ao contrário do que foi veiculado em diversos veículos de comunicação, a Operação Quarta Parcela, deflagrada pela Polícia Federal (PF), não incluiu o Amazonas.
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PF cumpre mandados em Rio Preto da Eva e Manaus
Na manhã desta sexta, a PF ainda vasculhou dois endereços ligados ao fazendeiro paraense. (Foto: Divulgação)

Notícia amplamente divulgada durante todo o dia inclui erroneamente o Amazonas como um dos alvos da Operação Quarta Parcela, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para combater fraudes ao auxílio emergencial pago pelo governo federal.

Em busca de mais detalhes sobre a operação, entretanto, o RealTime1 descobriu que, ao contrário do que foi divulgado por sites, blogs e portais, o Amazonas não faz parte do grupo de Estados no qual a PF cumpriu mandados de busca e apreensão e mandados de sequestro de bens.

A informação incluindo o Estado na Operação Quarta Parcela também podia ser conferida no próprio site da Polícia Federal. Contudo, o Amazonas foi listado entre os estados envolvidos na operação por engano, segundo informou a assessoria da PF ao RealTime1.

A operação

A Operação Quarta Parcela objetiva combater fraudes ao auxílio emergencial pago pelo governo federal à população para aliviar os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19.

Cerca de 100 policiais federais cumpriram 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de sequestro de bens, nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo. Por determinação judicial, mais de R$ 170 mil foram bloqueados, segundo informou a Agência Brasil, que também incluiu erroneamente o Amazonas na lista.

“Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos ao programa assistencial e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores”, informou a Polícia Federal.

Além da PF, participam dessa operação o Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, a Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

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