quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Amazonas e outros 19 estados já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis

Apesar da redução, o Congresso ainda precisa avaliar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei do teto do ICMS. No STF, governadores questionam a lei do teto.
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Pessoa abastece veículo em posto de combustíveis com bomba de gasolina vermelha.
MPAM ajuizou 33 ações civis públicas contra postos de combustíveis de Manaus por reajustes abusivos e uniformes no preço da gasolina comum

Pelo menos 20 estados já anunciaram a redução do ICMS sobre combustíveis, dentre eles o Amazonas. O governador Wilson Lima (UB) publicou em suas redes sociais uma postagem onde fala sobre a redução da alíquota de 25% para 18%.

O Distrito Federal publicou no dia primeiro deste mês um decreto limitando em 18% a cobrança do ICMS. As alíquotas da gasolina e do etanol eram de 27%. Segundo o governo distrital, a perda é estimada em R$ 1,7 bilhão por ano.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que terá que rever as contas do Distrito Federal. O Sindicato dos Comércio Varejista de Combustíveis do DF estima uma redução de R$0,43  na gasolina e R$ 0,40 no etanol com a redução do ICMS. Os consumidores devem sentir aos poucos a diferença na bomba, com a renovação dos estoques, diz o presidente da entidade Paulo Tavares.

São Paulo foi o primeiro a fazer a redução do ICMS. No estado, a alíquota caiu de 25% para 18%. Minas Gerais, Goiás, Paraná e Amapá também já anunciaram o corte.

As ações procuram atender a lei que limitou o ICMS sobre combustíveis ou a definição do Conselho Nacional de Política Fazendária de que o imposto deve ser calculado sobre a média de preços dos últimos 60 meses.

Mas, a discussão ainda não terminou. No Congresso, os parlamentares ainda precisam avaliar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei do teto do ICMS. No Supremo Tribunal Federal, governadores questionam a lei do teto e a lei que determinou alíquota uniforme em todo o país.

Com informações da Agência Brasil

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