quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Abrigos do Coroado e Casa Jacamim acolheram 1,2 mil pessoas em 2021

Espaços mantidos pelo Governo do Amazonas realizaram ainda mais de 3,1 mil atendimentos ao longo do ano acolhendo pessoas em situação vulnerável.
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Equipamentos públicos mantidos pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), o Abrigo do Coroado e a Casa do Migrante Jacamim acolheram em torno de 1,2 mil pessoas e realizaram mais de 3,1 mil atendimentos no ano de 2021.

Com o total de 543 pessoas atendidas em 2021, o Abrigo do Coroado tem capacidade para acolher 140 pessoas e oferece alimentação, atendimento psicossocial, acolhimento humanizado e apoio pedagógico para os abrigados que ocupam os 35 dormitórios do local.

Atualmente, o espaço atende seis famílias venezuelanas, totalizando 49 abrigados, entre crianças, adultos e idosos. A meta é sempre atender o público alvo, ofertar segurança e finalizar com a promoção do processo de desacolhimento ou interiorização em condições dignas.

“Este foi um ano de atendimentos de sucesso. Conseguimos fazer bons desacolhimentos, que é quando alcançamos nossa meta de reintegrar os imigrantes com segurança na sociedade. Assegurar que aquela família que atendemos saia do abrigo com a garantia de morar num local mais confortável é uma felicidade para toda equipe que acompanha todas as fases dos acolhimentos”, assegurou Ednaldo Gomes, diretor da unidade.

A Casa do Migrante Jacamim oferece acolhimento imediato e emergencial para pessoas de nacionalidade brasileira ou estrangeira em situação de vulnerabilidade, com uma permanência máxima de 90 dias.

Estruturada para receber no máximo 50 pessoas, a Casa Jacamim atendeu 636 usuários até novembro de 2021. Os acolhidos no local recebem cinco refeições ao dia, além de atendimento integral e gratuito, com acompanhamento  psicossocial.

“É um público fragilizado, de alta complexidade, que precisa muito do nosso apoio, daí a necessidade de se ter todo um cuidado para se aproximar, conversar, para tentar encontrar uma solução a fim de que a pessoa saia daqui com um pouco de autonomia”, explicou Silvana Barroso, diretora do espaço.

Com informações da Assessoria

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