A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) planeja começar, na próxima semana, as reuniões do Grupo de Trabalho para discutir alternativas à extinção do regime de cotas da universidade, advinda da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão do STF é irreversível, pois se trata da última instância do poder judiciário. Sendo assim é preciso buscar outros arranjos jurídicos.
Se nada for feito, o fim da reserva majoritária de vagas para os amazonenses na Universidade deve impactar nas seleções a partir do ano que vem, com prejuízos principalmente para o interior do estado.
A previsão é que o Grupo de Trabalho seja ativado no dia 2 de maio, com o início das reuniões com os membros.
“É preciso buscar algo que possa amenizar. Por isso, teremos um grupo de trabalho com a participação ampla. Membros das pró-reitorias da UEA, do movimento estudantil, do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa”, afirmou o reitor da UEA, André Zogahib.
A criação do grupo foi uma decisão do governador Wilson Lima, dentro da estratégia de garantir a maior presença dos amazonenses na UEA. Além da UEA, farão parte a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Casa Civil e Secretaria de Governo.
Da Redação
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