Conforme os indicadores do Previne Brasil, o município de Eirunepé tem avançando na saúde, principalmente, na atenção primária, por conta de investimentos em estrutura, equipamentos e capacitação profissional.
Ainda este ano, a Prefeitura pretende entregar duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) na zona urbana; uma ala revitalizada na maternidade do hospital regional e o Centro de Controle à Zoonoses, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).
Atualmente, o município possui a UBS padre Antônio Cremer, UBS José Barroso, UBS Ponce de Leão, UBS Genésio de Albuquerque; a UBS Fluvial Expedito Barroso de Alencar; um Centro de Atenção Psicossocial (CAPs); o Hospital Regional Vinicius Conrado e uma Farmácia cia Popular.

Parto Humanizado
Em maio deste ano, a Semsa programa a entrega da ala revitalizada da maternidade do Hospital Regional Vinicius Conrado, com toda estrutura e equipamentos para o parto humanizado.
Já no segundo semestre de 2023, a Prefeitura irá entregar duas UBS’s na cidade, no bairro de São José e Santo Antônio. E até meados de outubro será implantado do Centro de Controle à Zoonoses
Para 2024, a Prefeitura prevê a implantação do laboratório municipal.
Atendimento à zona rural

De acordo com a secretária de saúde do município, Thayana Oliveira, o município conta com três equipes de saúde da família ribeirinha para atender a população rural.
“As equipes se deslocam na UBSF para atendimentos nos rios mais distante, e a equipe itinerante viaja em lanchas de pequeno porte para atendimentos diários e semanais às comunidades ribeirinhas próximas da sede. Temos também a equipe da gerência de endemias que entra nas comunidades ribeirinhas realizando ações contra a malária de forma mensal, nos rios com incidência da doença”, disse ao RealTime1.
Thayana destacou, ainda, que mais de dois mil atendimentos foram realizados nas comunidades rurais, só no mês de março.

Desafios enfrentados
A secretária falou, ainda, sobre o desafio que a Semsa enfrenta para transportar materiais para a saúde, por ser distante da capital amazonense. O município fica a 1.160 quilômetros de distância.
“O maior desafio é a logística para chegada de material, levando em consideração a distância da capital. O transporte leva, em média, 15 dias na cheia e 20 na seca dos rios, para chegar. Por consequência disso o gestor do município precisa fretar aviões para chegar medicamentos, vacinas e insumos básicos para a saúde”, contou.
Otávio Vislley, do RealTime1
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