Nesta segunda-feira (3), o Grupo de Trabalho da Reforma Tributária do Congresso reuniu-se com a diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Durante a reunião, o presidente da Fiesp, Josué Gomes, afirmou que as possíveis exceções na reforma tributária para setores como saúde e educação não devem resultar em mais impostos para a indústria.
Josué expressou apoio à reforma, mas deixou claro que a entidade não aceitará a imposição de tributos adicionais para a indústria em decorrência de possíveis exceções à regra geral do imposto.
O presidente da Fiesp também afirmou que alguns setores, como o de serviços, que temem o aumento da carga tributária não estão fazendo as contas certas.
“Muitos setores hoje, talvez por estarem desinformados, talvez por não terem feito as contas certas, acham que o IVA trará aumento de carga tributária para aquele setor. Não é verdade.” disse Josué Gomes.
Segundo o coordenador do grupo de trabalho, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), o modelo a ser adotado para os setores que podem receber um tratamento diferenciado ainda não foi definido.
Dentre os setores que estão inclusos nesta lista, destacam-se: saúde, educação, agroindústria, entidades sociais e transporte coletivo.
Grupo da reforma tributária ouve ministra do Planejamento nesta terça (4)
Nesta terça-feira (4), a partir das 14h (horário de Brasília), o grupo de trabalho da reforma tributária realizará audiência pública com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, para discutir os efeitos positivos da reforma na economia.
Da Redação
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