quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Atraso do Dnit para liberar tráfego na BR-319 penaliza 100 mil pessoas

Depois de prometer há mais 10 dias liberar o tráfego na rodovia, Dnit informou que só conseguiu entregar uma passagem improvisada sobre uma das pontes que desabaram.
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Depois de prometer há mais 10 dias liberar por completo o tráfego na rodovia BR-319, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que só conseguiu entregar, até o momento, uma passagem improvisada em substituição à ponte que existia sobre sobre o Rio Autaz Mirim, que desabou no último dia 8 de outubro.

A ponte improvisada foi feita com o aterro de parte do leito do rio, mas ainda há restrições ao tráfego de veículos no trecho devido à precariedade do serviço. O fluxo de veículos e pedestres será monitorado pela Polícia Rodoviária Federal para garantir a segurança dos usuários

Já sobre a ponte do rio Curuçá, que desabou em 28 de setembro, houve a promessa, por parte do Dnit, de que no fim de semana passado seriam usadas balsas para travessia, mas estas ainda não chegaram ao local no incidente.

Dnit informou, ainda, que está trabalhando na implantação de sinalização vertical e dispositivos de segurança para controlar o fluxo, última etapa do serviço, que inclui placas de advertência sobre lombadas nos acessos à ponte e que limitam a velocidade a 20 Km/h.

No trecho do rio Curuçá, o tráfego continua interrompido. Moradores do local ainda aguardam pela chegada de uma balsa que deverá fazer o trabalho de transporte de pessoas e de cargas entre as duas margens.

Interrupção na BR-319 afeta produção rural e cerca de 100 mil pessoas

A interrupção do tráfego na BR-319 afeta cerca de 100 mil pessoas e a produção rural dos dos municípios de Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea e Manaquiri, que tem na BR-319 sua principal via de escoamento.

A reportagem do RealTime1 entrou em contato com as Superintedência do Dnit no Amazonas e em Brasília para saber mais detalhes sobre a liberação dos trechos da BR-319 afetados pelos desabamentos, mas até o fechamento desta matéria não houve respostas.

Da redação

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