quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Eleição para presidência do TJAM tem cinco desembargadores na disputa

Com inscrições encerradas, pleito no tribunal não terá grandes campanhas pois colegiado é reduzido, tendo como eleitores 26 desembargadores.
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Eleição no TJAM é realiazada entre os 26 desembargadores e deve acontecer em novembro (Foto: Divulgação/TJAM)
(Foto: Divulgação/TJAM)

Até o momento, cinco desembargadores se inscreveram para disputar o cargo de presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). As eleições ainda não têm uma data fechada, mas a probabilidade é de que ocorram em novembro, com a posse dos eleitos, no dia 2 de janeiro de 2023.

Estão disputando o comando do Tribunal a desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Guedes Moura, o desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior, a desembargadora Nélia Caminha Jorge, o desembargador Airton Luis Corrêa Gentil e o desembargador Cezar Luiz Bandiera.

Alguns candidatos concorrem ao mesmo tempo para o cargo de vice-presidente, casos de Nélia Jorge, Aírton Gentil e Cezar Bandiera. Outros dois desembargadores concorrem exclusivamente para a vice-presidência: Elci Simões de Oliveira e Joana dos Santos Meirelles.

Para o cargo de corregedor-geral de Justiça, apenas Jomar Fernandes se inscreveu.

Os eleitos vão presidir o TJAM no biênio 2023-2024, sucedendo a atual administração do desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, da vice-presidente Maria das Graças Pessôa Figueiredo e do corregedor-geral, Ernesto Anselmo Queiroz Chíxaro, que foram eleitos para um mandato tampão, após mudanças nas regras para que as eleições do tribunal acompanhem as eleições gerais e municipais.

A eleição no TJAM é mais discreta, sem grande campanhas, já que o colegiado é bem reduzido. Somente 26 desembargadores votam e dicidem quem ocupará a nova diretoria.

Polêmicas

Entre os inscritos estão candidatos envolvidos em polêmicas como a desembargadora Nélia Caminha Jorge e o desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior. Segundo matéria do Portal The Intercept, de julho de 2019, os filhos gêmeos de Nélia Jorge e uma sobrinha de Lafayette Vieira foram privilegiados no concurso daquele ano.

O edital do concurso previa 23 vagas e um salário de R$ 24 mil e os candidatos parentes dos desembargadores passaram em classificação além das vagas disponibilizas. Porém, o Tribunal conseguiu aprovar a criação de mais cargos e eles conseguiram entrar no tribunal.

Texto: Emerson Medina

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