O candidato Amazonino Mendes oscilou negativamente quatro pontos percentuais, caindo de 30% para 26% das intenções de voto, quando comparado o desempenho das pesquisas IPEC, divulgadas em 24 de agosto e 17 de setembro.
O cientista político Helso Ribeiro atribuiu a queda à ausência do candidato nas ruas.
“A saúde do ex-governador não é a melhor ultimamente. Ele não vai às ruas. Ainda conta nas eleições o corpo a corpo, o aperto de mão e o contato com eleitores. E ele não está fazendo isso e acho que nem tem como fazer”, avalia o cientista político.
Para Helso Ribeiro, com a desidratação gradual de Amazonino, os seus adversários vão ganhando aos poucos essas intenções de voto.
Amazonino tem feito campanha home office e a agenda, em sua maioria, é de reuniões internas e gravação de programas eleitorais para a TV, rádio e internet.
Diferente dos adversários, a campanha de Amazonino aposta no candidato a vice-governador, Humberto Michiles (PSDB) o papel de contato com os eleitores da capital e do interior.
Rejeição
O analista também associa à redução na rejeição de Amazonino, que antes tinha 22% e agora tem 19%, ao trabalho de marketing da campanha do ex-governador.
Na preferência dos eleitores de Manaus, Amazonino e Wilson Lima (UB) estão empatados tecnicamente. Amazonino tem mais intenções de voto na capital (31%), enquanto no interior são 18%. Wilson Lima lidera entre os moradores do interior (43%) que entre os da capital (28%).
Da Redação
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