Nesta quinta-feira (10), o Partido dos Trabalhadores (PT) completa 42 anos de criação a nível nacional e local. Um ato político público deve reunir, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente do partido Gleisi Hoffmann, a ex-presidente Dilma Rousseff e Fernando Haddad.
No evento, haverá o lançamento dos comitês populares de mobilização, inciativa inédita no partido. O ato deve ser um grande chamamento da militância em torno do projeto político do partido que tem Lula como principal expoente.
No Amazonas, embora haja divergências quanto o caminho que a sigla deve seguir, alguns dos principais representantes da sigla concordam que os legados dos governos Lula e Dilma foram determinante para o avanço do Estado.
Conforme o deputado federal, José Ricardo o partido, além de outros feitos, prorrogou a Zona Franca de Manaus e favoreceu a população do interior.
“O grande desafio é continuar esse legado e ao mesmo tempo construir e ampliar políticas públicas que foram retiradas pelo atual governo. Mas o desafio do partido também é a sua organização, sua participação efetiva nas eleições para poder ampliar a sua entrada no Congresso”, afirmou.
Para o vereador Sassá da Construção Civil, o PT foi o partido que mais trouxe investimentos para o Amazonas e emendou dizendo que as gerações antigas que “erraram” querem voltar a comandar o partido. Sassá não esclareceu quem seriam os nomes dos “antigos” que querem retornar ao partido.
Já o deputado estadual Sinésio Campos preferiu ressaltar os ganhos que o governo do presidente Lula rendeu ao Amazonas. O deputado destacou projetos de moradia e a manutenção da Zona Franca de Manaus.
Sinésio, que é presidente do diretório estadual do partido, disse que os governos do PT foram diferentes do presidente Bolsonaro (PL) que inaugurou uma “pinguela” lá na Cabeça do Cachorro, região de São Gabriel da Cachoeira.
Texto: Jefferson Ramos
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