quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Direita apresenta muitos nomes para 2026 porque não tem nenhum, afirma Lula

COMPARTILHE
Presidente Lula sanciona no Palácio do Planalto projeto de lei.
Foto: Jose Cruz/Agência Brasil

O presidente Lula voltou a provocar a oposição ao dizer que a direita “apresenta muitos nomes porque não tem nenhum”. A declaração foi feita em entrevista nesta quinta-feira (11/12), ao comentar a movimentação de possíveis candidatos ao Palácio do Planalto em 2026.

Para Lula, a multiplicidade de nomes revela incerteza e falta de unidade no campo adversário.

O presidente evitou comparar o peso eleitoral de Flávio Bolsonaro ao do pai, Jair Bolsonaro, mas citou a recorrência de figuras lançadas pela direita, de Ronaldo Caiado a Tarcísio de Freitas, passando por Michele, Eduardo e o próprio Flávio Bolsonaro.

📲 Participe do canal do RealTime1 no Instagram

Segundo ele, uma lista extensa desse tipo “é sinal de dúvida e receio diante do pleito”.

Lula diz que 2025 será “o ano da verdade”

Ao analisar o ambiente eleitoral, Lula afirmou que a oposição teme perder a eleição de 2026. Para reforçar sua confiança, destacou o que considera resultados concretos do governo após “dois anos de reconstrução”.

Ele listou indicadores econômicos e sociais: inflação no menor nível em quatro anos, massa salarial em alta, desemprego baixo e sucessivos reajustes do salário mínimo acima da inflação.

Lula também defendeu as mudanças no Imposto de Renda, que reduzem o valor pago por quem ganha até R$ 7,3 mil, e citou programas sociais como Luz do Povo, Gás do Povo, Pé de Meia e o reforço ao Bolsa Família.

Segundo o presidente, o governo ampliou o crédito para pequenos e médios empreendedores e agricultores, além de impulsionar um crescimento econômico acima de 3%, algo que, como fez questão de lembrar, não ocorria desde 2010, em seu segundo mandato.

O combate à fome voltou ao discurso presidencial. Lula afirmou que o Brasil havia retornado a índices graves de insegurança alimentar antes de ele assumir o cargo pela terceira vez, mas disse que “em dois anos e meio acabamos com a fome outra vez”.

Leia Mais:

COMPARTILHE