Professores e pedagogos da rede municipal de ensino de Manaus decidiram paralisar as aulas a partir desta quinta-feira (13/11) em protesto contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 08/2025, que altera as regras da previdência dos servidores municipais.
A paralisação, convocada pela Asprom Sindical, é por tempo indeterminado e pretende pressionar a Prefeitura e a Câmara Municipal a suspenderem a tramitação da proposta.
O sindicato defende que a proposta seja retirada de tramitação ou arquivada, alegando que a reforma “muda as regras no meio do jogo” e atinge inclusive servidores próximos da aposentadoria.
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Em nota divulgada nas redes sociais, a Asprom afirma que a greve “não é por aumento, preguiça ou folga, mas por dignidade e respeito”.
A reforma, já aprovada em primeiro turno pelos vereadores, prevê aumento do tempo de contribuição — mais cinco anos para homens e sete para mulheres — além de uma redução de até 30% no valor das aposentadorias futuras.
Segundo a Asprom, o texto foi enviado à Câmara sem diálogo com a categoria e sem comprovação da real necessidade das mudanças.
As escolas atingidas são vinculadas à Secretaria Municipal de Educação (Semed). Até o momento, a Prefeitura de Manaus não se pronunciou oficialmente sobre a greve.
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