quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Brasil mantém 10ª posição entre maiores economias do mundo com PIB de US$ 2,13 trilhões

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O Brasil permanece como a 10ª maior economia do mundo, de acordo com levantamento da Austin Rating divulgado nesta terça-feira (02/09). O resultado repete a posição registrada no final de 2024 e confirma a estabilidade do país no ranking das maiores potências globais.

O Produto Interno Bruto (PIB) nominal brasileiro alcançou US$ 2,13 trilhões. O dado, também confirmado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi acompanhado do crescimento de 0,4% no segundo trimestre em relação aos três meses anteriores.

Esse indicador, que mede o valor de todos os bens e serviços finais produzidos, é considerado um dos principais termômetros da atividade econômica.

Comparação global

O levantamento mostra que os Estados Unidos seguem na liderança, com PIB de US$ 30,51 trilhões. A China ocupa a segunda posição, com US$ 19,23 trilhões, e a Alemanha aparece em terceiro lugar, com US$ 4,74 trilhões.

Entre as mudanças recentes, a Índia atingiu US$ 4,187 trilhões e ultrapassou o Japão, que somou US$ 4,186 trilhões.

No recorte que inclui as dez maiores economias do mundo, o Brasil aparece logo atrás do Canadá, que registrou US$ 2,126 trilhões. A melhor posição brasileira já registrada no ranking da Austin Rating foi a 7ª, ocupada entre 2010 e 2014.

Desempenho trimestral

Apesar da manutenção no 10º lugar anual, o resultado trimestral foi mais discreto. O crescimento de 0,4% do PIB no segundo trimestre colocou o Brasil na 32ª posição entre 49 países avaliados. A média global ficou em 0,7%, acima do índice brasileiro.

Na liderança da lista trimestral está a Indonésia, que avançou 4,0%. Em seguida aparecem Taiwan, com 3,1%, e Malásia, com 2,1%. Esses países demonstraram maior dinamismo em curto prazo, superando a média mundial.

Desafios para o Brasil

A avaliação da Austin Rating mostra que, embora o Brasil mantenha sua posição entre as principais economias do planeta, ainda enfrenta dificuldades para sustentar taxas de crescimento mais consistentes.

O desempenho aponta a necessidade de avanços estruturais que possam elevar a competitividade e garantir expansão mais robusta nos próximos anos.

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