quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Estado amplia controle fiscal e receita tributária cresce 13,21%

Conforme a Sefaz, o incremento da receita resulta de uma série de medidas como um planejamento rigoroso e ampliação de mecanismos de controle.
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Prêmios do sorteio superam os R$ 100 mil
A campanha Nota Fiscal Amazonense sorteia prêmios para o qual concorrem 226 mil pessoas (Foto: Divulgação)

A arrecadação tributária do Amazonas cresceu 13,21% no primeiro semestre em comparação a igual período de 2020. Em valor real (descontando a inflação), os pagamentos de tributos renderam aos cofres públicos um montante superior a R$ 6,9 bilhões. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) atribui o crescimento à ampliação dos mecanismos de controle pelo fisco.

No total, o estado arrecadou R$6.699.408.022,52 bilhões. Enquanto de janeiro a junho do ano anterior o saldo contabilizado foi de R$5.917.612.991,18 bilhões. Em 2021, o mês de maio foi o que registrou maior volume de arrecadação (R$1.187.330.353,44 bilhões) e fevereiro o mês com menor saldo (R$1.034.948.847,64 bilhões).

A taxa que rendeu maior arrecadação ao estado, na somatória entre os meses, foi o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com mais de R$6 bilhões, o que representa um aumento de 14,40% frente ao arrecadado no primeiro semestre de 2020.

Na avaliação do titular da Sefaz, Alex Del Giglio, o incremento da receita, assim como o avanço nos principais indicadores é atribuído a um planejamento rigoroso, à ampliação dos mecanismos de controle pelo fisco, priorização na liquidação de passivos, manutenção regular dos pagamentos de fornecedores e servidores públicos assim como à observância dos limites constitucionais de gastos.

“A Secretaria de Fazenda, com uma equipe empenhada, conseguiu ascender tanto na apuração da receita tributária quanto na evolução dos principais indicadores fiscais. Alcançamos melhora significativa nos índices de solvência, de liquidez e de endividamento. Se os fatores macroeconômicos se mantiverem no patamar atual, o estado vai atingir a capacidade de pagamento ‘A’, fato inédito no Amazonas”, afirmou.

Texto: Priscila Caldas

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