quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Silêncio dos órgãos ambientais segue travando mercado imobiliário

Após três semanas do firmamento do Acordo de Cooperação Técnica entre a Semmas e o Ipaam, 35 projetos ambientais continuam pendentes de aprovação.
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O pedido de ajuda feito pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi) à Procuradoria-Geral do Estado (PGE), na tentativa de pressionar os órgãos ambientais a aprovar projetos pendentes, não surtiu muito efeito. Os projetos seguem travados e sem respostas.

A PGE informou que não vai se pronunciar sobre o assunto. Procurados pela reportagem, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) informaram da impossibilidade de atendimento à demanda, nesta quinta-feira (10).

Conforme a Ademi, mesmo após o firmamento de Acordo de Cooperação Técnica entre a Semmas e o Ipaam, há três semanas, com o objetivo de dar celeridade aos trâmites, os 35 processos ambientais direcionados à construção civil continuam pendentes de aprovação.

Entenda o caso:

A Ademi e o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) informaram, em maio, que os projetos ambientais estavam travados há pelo menos oito meses na dependência de análise por parte da Semmas e do Ipaam e que os atrasos impedem o andamento do segmento da construção civil e o consequente lançamento de empreendimentos imobiliários no Amazonas.

Na tentativa de pedir ajuda quanto à celeridade nas aprovações dos projetos, a Ademi protocolizou documento à PGE, no final de maio deste ano.

Texto: Priscila Caldas

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