O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta quarta-feira (9) pelo IBGE, subiu 0,85% em maio, no Amazonas. O resultado representa uma desaceleração de 0,31 ponto percentual em relação a abril (1,16%).
A alta representa o quinto menor aumento entre as outras unidades da federação. Os menores índices foram os de Santa Catarina, com 0,51%, Piauí, com 0,51%, e Amapá, com 0,31%; e os maiores, os do Rio de Janeiro, com 3,73%, Bahia, com 2,95% e Mato Grosso do Sul, com 2,66%.
No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 15,72%, resultado acima dos 14,81% registrados nos doze meses imediatamente anteriores, e o maior da série histórica. O acumulado de janeiro a maio ficou em 4,69%.
Enquanto a alta no custo da construção civil no Amazonas foi de 0,85%, em maio, índice próximo ao da inflação para o mês (0,83%), a alta no custo da Construção Civil registrada em âmbito nacional foi bem acima, alcançando 1,78%. De janeiro a maio, no país, o índice acumula alta de 4,69%, e a variação dos últimos doze meses foi 18,18%, ou seja, 1,87% p.p. acima da variação registrada em abril (16,31%).
Custo médio – moeda corrente
O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.317,45, em abril de 2021, para R$ 1.328,71, em maio. No Brasil, esse custo ficou em R$ 1.387,73, em maio de 2021.
O custo médio por metro quadrado da componente material, no Amazonas, aumentou de R$ 798,48, em abril de 2021, para R$ 812,30, em maio de 2021. O custo médio por metro quadrado da componente mão de obra, em moeda corrente (Reais), no Amazonas, foi de R$ 516,41, em maio de 2021.
O custo colocou o Estado em uma posição intermediária (19ª Posição) em relação às unidades da federação. Os menores custos foram observados no Rio Grande do Norte (R$ 1.226,81), Sergipe (R$ 1.238,56) e Pernambuco (R$ 1.268,45); e os maiores no Rio de Janeiro (R$ 1.529,58), Santa Catarina (R$ 1.521,7) e São Paulo (R$ 1.460,18).
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