quarta-feira, 23 de setembro de 2026
BIOECONOMIA

Fundação Getúlio Vargas e CBA assinam parceria estratégica para negócios sustentáveis

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Dirigentes da FGV e do CBA assinam termo de parceria estratégica
Dirigentes da FGV e do CBA assinam termo de parceria estratégica. (Divulgação/MDIC)

A Fundação Getulio Vargas (FGV) instalará um escritório no Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), em Manaus, para iniciar uma parceria estratégica firmada entre as duas instituições.

O objetivo é impulsionar o desenvolvimento de projetos sustentáveis e fomentar a bioeconomia na região.

A parceria, que conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), faz parte da transformação do CBA em um hub de inovação de referência, conectando startups, empresas e pesquisadores para gerar soluções inovadoras a partir da biodiversidade amazônica.

Segundo os dirigentes, a parceria entre a FGV e o CBA representa um passo importante para a consolidação do hub de inovação da Amazônia e para o desenvolvimento de uma economia mais verde e sustentável na região.

A iniciativa busca conectar pesquisa, ensino e mercado, gerando valor a partir da biodiversidade amazônica e promovendo o desenvolvimento social e econômico da região.

Isso será muito importante para o planejamento e a gestão do CBA em função de toda competência e experiência que a Fundação Getúlio Vargas tem há muitos anos na gestão pública“, disse o secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg.

A expectativa é que a parceria entre a FGV e o CBA resulte em diversos projetos inovadores, com impacto positivo para a região amazônica e para o Brasil como um todo.

Estar junto com a FGV nos permite ampliar a nossa agenda, com um parceiro extremamente experiente, tanto no que diz respeito a realizar estudos com mercados importantes para bioeconomia da Amazônia como no que diz respeito à sua tradição na formação de recursos humanos”, avaliou o diretor-geral do CBA, Marcio de Miranda.  

Na mesma linha, o presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, afirmou:

Acho que o maior benefício é podermos ter uma compreensão maior dos problemas que o CBA tem que enfrentar, e resolver, a fim de que essas soluções possam ser mais rápidas e gastem menos recursos escassos.”

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