quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Prefeitura notifica empresas por recusa em fazer adequações em viaduto

A J Nasser Engenharia Ltda e a Construtora Soma Ltda, responsáveis pela construção do complexo viário do Manoa, vão ser notificadas pela Prefeitura de Manaus.
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Obra do viaduto do Manoa precisa de reparos
Obra do viaduto do Manoa precisa de reparos e Prefeitura vai notificar empresas (Foto: Divulgação)

O prefeito David Almeida e o vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura, Marcos Rotta, vão notificar as empresas J Nasser Engenharia Ltda e Construtora Soma Ltda, responsáveis pela obra do complexo viário Professora Isabel Victoria, na avenida Max Teixeira, Cidade Nova, zona Norte, por se recusarem a realizar as adequações para garantir a trafegabilidade segura no viaduto. O aviso foi dado na quinta-feira (22).

De acordo com David Almeida, o complexo já deveria ter sido entregue à população, no entanto, a obra não atendeu às exigências técnicas nas quais constam ainda inclinações máximas a serem corrigidas pelo consórcio. O prefeito garantiu que só vai liberar o viaduto quando todos os ajustes apontados por laudo feito pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea) forem cumpridos.

“Já notificamos as empresas para que façam a conclusão dos ajustes. Existe a necessidade de prolongamento da rampa oeste, para que diminua a inclinação de 12%, para 9% de acordo com as normas técnicas, para que o equipamento seja liberado para o tráfego”, explicou Almeida.

“Carros pequenos trafegam, porém uma obra, que custou R$ 48 milhões e que não permite que ônibus e caminhões trafeguem pelo local, se torna uma obra ineficiente. Uma obra extremamente importante, diga-se de passagem, uma obra gigante. Não vou deixar passar nada. Eu sou fiscal da Prefeitura e vou continuar fiscalizando todas as obras”, disse o prefeito.

Em março deste ano, a Prefeitura informou que as empresas J Nasser Engenharia Ltda e Construtora Soma Ltda, que formam o consórcio para construção do viaduto, fariam os reparos recomendados pelo Crea-AM, logo após uma reunião com seus representantes, mas ainda que haja um acordo assinado, as empresas não fizeram os reparos de falhas graves na obra.

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