Nos últimos três anos, o feminicídio, assassinato de mulheres, tem crescido consideravelmente no Amazonas. No interior do Estado, por exemplo, de 2019 para cá, os números saltaram 61%, saindo de 16 para 41 crimes cometidos contra as mulheres.
Na reportagem produzida pela TV RealTime1, tanto a analista tributária Djane Senna, que viveu um relacionamento abusivo por 13 anos, quanto a delegada geral da Polícia Civil, Emília Ferraz, destacam que sororidade (comportamento de não julgar outras mulheres e, ainda, ouvir com respeito suas reivindicações) é essencial para que as mulheres possam se libertar de relações abusivas, evitando ainda que muitas delas passam a integrar o índice de vítimas do feminicídio no Amazonas.