Mesmo que a ciência diga que a vacina é a única forma de tentar acabar com a pandemia, grupos estão ganhando força nas redes sociais com centenas de publicações antivacina. Em dezembro havia mais de 59 milhões de contas antivacina nas redes sociais e muitas dessas com número expressivo de seguidores, considerados até “influencers” da propagação de notícias falsas. Na última semana o Google anunciou que removeu mais de 3 bilhões de anúncios que propagavam fake news. O Twitter também está tratando com rigor o assunto e informou que já removeu 8400 tweets que compartilhavam desinformação. O número é insignificante diante da quantidade de postagens diárias.
Enquanto as empresas correm atrás do prejuízo e tentam banir os usuários, muitos alegam censura. O próprio Instagram tem contribuído de forma negativa com esses usuários, já que eles encontram outros perfis semelhantes por meio da aba “Explorar”, basta seguir uma página desse tipo, para que outras apareçam como sugestão.