Os remédios terão aumento de até 10,89%, segundo anunciou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, em publicação no Diário Oficial. As farmacêuticas já podem aplicar o reajuste mas cabe às empresas definirem os novos preços, já que os percentuais são os de reajustes máximos.
A alta já havia sido antecipada pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos, a Sindusfarma. Pela legislação em vigor, o reajuste anual dos preços de medicamentos é definido considerando a inflação, além do fator de produtividade como: custos de produção, variação cambial, tarifas de eletricidade e variação de preços de insumos.