quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Em estabilidade, taxa de desemprego do AM fica em 13% no 1º trimestre

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taxa de desemprego do Amazonas foi 13,0% entre janeiro e março de 2022. O índice é 0,1 ponto percentual inferior à registrada no trimestre anterior (13,1%) no Estado, e representa estabilidade. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, referente ao 1° trimestre de 2022, divulgada nesta sexta-feira (13), pelo IBGE.

De acordo com a PNAD, a taxa média de desocupação registrada no Brasil foi de 11,1%, no 1º trimestre do ano, também com estabilidade em relação ao trimestre anterior. Assim, a taxa do Amazonas segue maior do que a nacional, mas é a menor taxa observada no Estado desde o 1º trimestre de 2016 (12,9%).

Já na comparação com o mesmo trimestre de 2021, houve queda de 4,6 pontos percentuais.

Cai número de pessoas procurando por emprego

A pesquisa estimou que a população desocupada, no Amazonas, no 1º trimestre de 2022, era de 256 mil pessoas, 5 mil a mais (1,9%), em relação ao trimestre anterior. Mas, na comparação com o 1º trimestre de 2021, foram 73 mil desocupados a menos (-22,2%), no Estado.

Do total de 3 milhões e 950 mil pessoas em idade de trabalhar (de 14 anos ou mais) no Amazonas, foram estimadas 1.712 milhão de pessoas ocupadas, no 1º trimestre de 2022, frente a 1.671 milhão, estimadas no trimestre anterior, ou seja, 41 mil ocupados a mais (2,4%), variação não estatisticamente significativa. Já em relação ao primeiro trimestre de 2021, a população ocupada aumentou em 173 mil pessoas, (11,2% de alta).

No total, o número de pessoas na força de trabalho, ou seja, trabalhando ou buscando emprego, foi de 1.969 milhão, no 1º trimestre, frente a 1.923, no trimestre anterior, ou seja, 46 mil a mais (2,4%). Já o número de pessoas fora da força de trabalho (nem ocupadas e nem buscando ocupação) foi de 1.127 milhão, no 1º trimestre do ano; 25 mil a menos (-2,2%), em relação ao trimestre anterior.

Assim, a taxa de participação na força de trabalho (daquelas pessoas de 14 anos ou mais, ocupadas ou desocupadas) foi de 63,6%, no Amazonas, 1,1% a mais, entre janeiro e março de 2022, em relação ao trimestre anterior, o que significa estabilidade.

A pesquisa também estimou o nível da ocupação, que são os ocupados em relação àqueles em idade de trabalhar, em 55,3%, no período entre janeiro e março, no Amazonas. A taxa foi 1,0 ponto percentual (p.p.) maior, em relação ao trimestre de outubro a dezembro de 2021, quando era de 54,4%, o que significa estabilidade, mas houve avanço de 4,9 p.p., na comparação com o mesmo período do ano anterior (50,5%).

Rendimento também apresenta estabilidade

O rendimento médio de todos os trabalhos das pessoas ocupadas manteve-se estável, com variação de 4,4%, em relação ao trimestre anterior (R$81 a mais, em valor monetário), passando de R$ 1.839,00, no 4º trimestre de 2021, para R$ 1.920. Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, a variação foi de -1,9%, R$ 37,00 a menos no rendimento médio do trabalhador do Amazonas, o que também representa estabilidade.

A massa de rendimentos é um indicador que demonstra qual foi a soma dos rendimentos brutos habitualmente recebidos, de todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham, na semana de referência da pesquisa. A massa de rendimentos reflete quanto os salários dos trabalhadores contribuiu para a economia.

No 1º trimestre de 2022, este valor chegou a 2,98 bilhões, o que representou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Na comparação desse indicador com o mesmo trimestre do ano anterior, os dados também são considerados estatisticamente estáveis.

Fonte: IBGE Amazonas

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