A batalha da praça da Matriz no Centro de Manaus foi um conflito entre militares do governo Gilberto Mestrinho e integrantes do movimento estudantil em 1983.
Época em que o valor da passagem de ônibus era mudado do dia para noite, o movimento estudantil se organizou para promover um protesto pacífico na praça da Igreja Matriz, na organização estava a pedagoga Arminda Mourão.
Entrevistada pela série Manaus em 354 anos, do RT1Play, Arminda conta detalhes do protesto que fugiu do controle e virou uma verdadeira batalha com direito a laranjada nas costas e um “cala a boca, pelega”.
Arminda Mourão: pedagoga, doutora, comunista e subversiva (diziam os militares)
Arminda é um dos principais nomes dentro Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no Amazonas, além de ser doutora em Educação: História, Política, Sociedade pela PUC-SP. Dizem por aí que no período do governo militar, era um belo exemplo de pessoa ‘subversiva’.
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