Segundo o secretário executivo da Defesa Civil do Amazonas, coronel Francisco Máximo, os dados meteorológicos sinalizam que 2023 será um ano de enchente menos severa no Estado, o oposto da estiagem que se aproxima influenciada pelo ‘El Niño’.
A baixa quantidade de chuva nas cabeceiras dos rios que cortam o Amazonas indicam que este ano, as águas não devem subir tanto e causar prejuízos como os registrados em 2021, ano da maior enchente da história do Rio Negro, quando atingiu a marca de 30,02 metros.
Seca à vista
Após longas enchentes, a chegada do ‘El Niño’ pode gerar forte influência para estiagem intensa no Amazonas, afirma o secretário. O fenômeno caracteriza-se pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, capaz de gerar escassez de chuva na Amazônia e demais regiões do Brasil.
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