Com o retorno das atividades comerciais a população tenta voltar ao normal nas atividades cotidianas dentro de um “novo normal”.
Baseado nesse atual momento, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, fez uma análise dos lugares que são possíveis propagadores da doença no país que continua liderando o ranking de novos casos, com mais de 7,8 milhões de casos e 217 mil mortes.
O CDC acompanhou pacientes sintomáticos durante 1 mês para entender onde eles haviam ido nas semanas anteriores ao diagnóstico. Constatou que 40,9% deles haviam frequentado ao menos um restaurante nas 2 semanas anteriores ao diagnóstico.
A pesquisa mostrou que 24% dos entrevistados tinham ido a algum consultório, 15,6% visitaram um salão de beleza e 8,5% foram a um barzinho ou uma cafeteria. Além disso, 7,8% haviam frequentado academias – mesmo percentual de quem participou de algum culto religioso.
Um outro fator observado trata de reuniões entre pessoas que se conhecem. Esse grupo tem a sensação de segurança e acaba não usando máscaras ou não respeitando o distanciamento e é esse tipo de encontro que é apontado como um dos maiores propagadores.
No Brasil não é diferente, apesar da pesquisa ter sido somente aplicada nos Estados Unidos, as medidas de restrição de bares e locais públicos voltaram a acontece em várias cidades para conter o avanço da doença.
Vale o alerta para as medidas de prevenção. A vacina está prevista para iniciar em novembro e chegará a Manaus só em janeiro.