Um levantamento da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais, a Arpen, mostrou que 1.124 brasileiros em todo o país retificaram seus nomes e gênero em cartório de registro civil nos primeiros seis meses deste ano.
Desde a decisão do Supremo Tribunal Federal, em 2018, que reconheceu o direito de transexuais adequarem sua identidade de gênero e nome sem necessidade da cirurgia de redesignação sexual, nunca foram feitas tantas solicitações em um só semestre.
O número deste ano supera em 44% o registrado entre janeiro e junho do ano passado que foram 782. Também supera o do primeiro semestre de 2020 (636) e o do mesmo período em 2019 (937). Segundo a Arpen, o procedimento de retificação custa, em média, R$ 166.