Um estudo encomendado pela Sempre Livre, marca de cuidados íntimos, revela que 94% das mulheres de baixa renda entrevistadas não sabem o que é pobreza menstrual, situação da qual elas são figuras protagonistas. Revelando uma ausência de apropriação de espaço social. A pobreza menstrual vai muito além da falta de dinheiro para comprar produtos de higiene menstrual adequados.
Ela se refere a inúmeros desafios de acesso a direitos e insumos de saúde. Estes desafios representam, para meninas, mulheres, homens trans e pessoas não binárias que menstruam, acesso desigual a direitos e oportunidades, o que contribui para retroalimentar ciclos transgeracionais de inequidades de gênero, raça, classe social, além de impactar negativamente a trajetória educacional e profissional.