O Projeto Casa Flutuante da Mulher Brasileira, idealizado para levar atendimento especializado a mulheres ribeirinhas e indígenas da Amazônia, ganhou destaque na COP30, em Belém.
A iniciativa foi apresentada pela ativista de direitos humanos Cynthia Rocha Mendonça durante o painel “Estratégias de Combate à Violência contra Mulheres e Meninas: Agenda Mulheres, Paz e Segurança”, organizado pelo Grupo Mulheres do Brasil.
Durante sua participação, Cynthia detalhou como a Casa Flutuante funcionará na prática: uma estrutura móvel capaz de navegar entre comunidades isoladas, levando atendimento jurídico, psicológico, social e de saúde.
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A proposta aposta em um modelo humanizado e integrado, pensado para alcançar regiões onde o suporte institucional quase não chega.
O encontro reuniu lideranças femininas, especialistas, representantes de povos tradicionais e defensoras de direitos humanos para discutir justiça climática, igualdade de gênero e proteção feminina em um contexto de crise ambiental.
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