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sexta, 22 de outubro de 2021

VTCLog tem oito contratos sem licitação que somam R$ 400 milhões

Empresa VTCLog foi beneficiada pela extinção da Cenadi, que realizava o serviço de logística do ministério, durante a gestão do ex-ministro Ricardo Barros (PP/PR).

5 de outubro de 2021

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Raimundo Nonato Brasil tenta justificar as dispensas de licitação que beneficiaram a VTCLog na gestão de Ricardo Barros (Foto: Reprodução)

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 vai pedir ao Ministério da Saúde a justificativa para a dispensa de licitação em oito contratos que somam aproximadamente R$ 400 milhões da VTClog com a pasta em 2017 e 2018, na gestão de Ricardo Barros, deputado do PP-PR e líder do presidente Bolsonaro na Câmara.

Em resposta a questionamentos do relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e do presidente Omar Aziz (PSD), sobre esses contratos, Raimundo Nonato Brasil, sócio da VTCLog, disse que o Ministério da Saúde tentou contratar os Correios, mas teria sido barrado pelo Tribunal de Contas da União. Afirmou ainda que os contratos têm a devida “documentação legal”. 

“O Ministério fez ampla pesquisa e ‘modestia à parte’ conseguimos continuar prestando nosso serviço”, disse o sócio da empresa, que inicialmente usou o direito de ficar calado quando o relator perguntou sobre os contratos da VTClog com a pasta da Saúde.

O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), lembrou que a Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi) foi extinta durante a gestão de Ricardo Barros no Ministério da Saúde e que a VTCLog foi contratada sem licitação em seu lugar. 

O senador Humberto Costa (PT-PE) acrescentou que houve licitação e que outra empresa ganhou, mas foi desclassificada para que a VTCLog assumisse. De acordo com Raimundo Nonato Brasil, houve uma licitação com participação de mais de 15 concorrentes.

Texto: Gerson Severo Dantas, com informações da Agência Senado

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