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sábado, 08 de maio de 2021

Solidariedade planeja eleição 2022, mas aguarda reforma política

O presidente do partido, Bosco Saraiva, afirma que o partido está aberto a alianças, menos para o posto de Senador, já que vai apoiar a reeleição de Omar Aziz (PSD).

29 de março de 2021

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Deputado vai instalar comissões provisórias do SDD nos municípios de Silves e São Sebastião do Uatumã (Foto: Reprodução)

A eleição geral de 2022 já começou para o partido Solidariedade, que nessa semana instala duas novas comissões provisórias nos municípios de Silves e São Sebastião do Uatumã, mas segundo o presidente do partido no Amazonas, o deputado federal Bosco Saraiva, será preciso aguardar a reforma política que está em gestação no Congresso Nacional para começar as articulações com outros partidos.

De acordo com Bosco, o Solidariedade está aberto para firmar alianças para todos os cargos, menos para o de senador. “Nosso candidato já está certo: é o senador Omar Aziz, mas para o resto estamos abertos a discussão para a formação de chapas e alianças”, explicou Bosco

Na eleição de 2018, o Solidariedade apoiava a candidatura do ex-governador Amazonino Mendes, que estava no PDT e tinha Bosco Saraiva no posto de vice-governador. Para a disputa proporcional, o partido se coligou com outros dez: PDT, PP, PHS, PV, PPL, PPS, PR, PRP, PTB e Avante, hoje nas mãos do prefeito David Almeida. Amazonino, sempre citado como um provável candidato a qualquer coisa, hoje está no Podemos, do aliado Wilker Barreto.

Novas regras e novos formatos devem impactar planejamento

Conforme o deputado, a principal mudança que pode sair da comissão para reforma política instalada na Câmara Federal é a introdução do voto impresso e a figura da federação de partidos. “A federação será uma coligação permanente que valerá por todo o período do mandato. É diferente da coligação que entendíamos, que se desfazia assim que a eleição acabava”, explicou Bosco Saraiva.

Embora afirme que tem confiança no sistema de voto eletrônico, Bosco Saraiva diz que cresceu no Congresso Nacional a vontade dos parlamentares de ter o voto impresso para que se possa fazer a auditagem de uma eleição. “Essas mudanças, se e quando vierem, vão impactar no planejamento dos partidos”, finalizou.

Texto: Gerson Severo Dantas

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